A guerra comercial em curso entre os Estados Unidos da América EUA e a China, pautada por sucessivos anúncios de tarifação divulgados por ambas potências, quase ininterruptamente, desde o segundo semestre de 2018. Nesse cenário, pode-se afirmar que há uma desaceleração do nível de atividade econômica a nível global, já que acompanhamos uma sucessiva e emblemática situação entre as duas maiores economias do mundo, o que leva a implicações tanto na oferta quanto na demanda de bens e servíços, que direta e indiretamente influenciam no comércio internacional. É válido ressaltar que se trata de uma disputa geopolítica, ou seja, a economia chinesa segue abalando a hegemonia americana, que até então parecia inabalável, principalmente após a queda do muro de Berlim, símbolo da URSS. No caso do Brasil, no curto prazo, o mercado de gêneros agrícolas doméstico tende a ser demandado, em substituição aos gêneros tarifados pela China, ou até mesmo, diretamente afetado pelas alterações na oferta das commodities, o que influencia seus respectivos preços no mercado, que nesse caso é perfeitamente competitivo, ou seja, os ofertantes atuam como tomadores de preços já que o volume disponível é o determinante no preço de mercado.
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