Bradesco investe R$ 400 milhões em startups. Descentralizar recursos para fomento de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias é a premissa da vez, por ora sine quo non, às constantes mudanças tecnológicas em curso em todos os mercados. É válido ressaltar que não seria diferente para o mercado financeiro, haja vista que no caso do Brasil, trata-se de um mercado extremamente lucrativo (basta acompanharmos os resultados divulgados), o que é de fácil constatação. A expansão das fronteiras tecnológicas no mundo contemporâneo assume papel fundamental no que tange a vida dos negócios, ou seja, no longo prazo. No caso desse banco, às áreas de interesse incluem big data, inteligência artificial, blockchain, plataformas digitais e marketplaces. Em síntese, estamos assiistindo a sucessivos processos de destruição criativa (e novos ciclos de negócios, muito bem teorizados por Schumpeter) e ao surgimento de tecnologias disruptivas, que a cada dia alteram modelos de negócios, até então vistos como estáveis. _Com a transformação digital dentro e fora de casa, que reduz o fluxo de clientes nas agências e aumenta a eficiência, o Bradesco tem reduzido sua estrutura. Na semana passada, o banco lançou um programa de desligamentos voluntários (PDV) voltado a funcionários mais velhos e com mais tempo de casa. A instituição não divulgou metas, mas a abrangência deve ser um pouco menor que a do PDV de 2017, que teve cerca de 7,5 mil adesões e custo de R$ 2,3 bilhões (excerto extraído da matéria jornalística)._
0 comments
0 comments