Pesquisadores holandeses desenvolveram um método de exame de sangue que é capaz de prever a probabilidade de morte de uma pessoa nos próximos anos. O que há de novo nessa invenção é que é possível identificar a presença de células comumente relacionadas a aflições e doenças que podem levar um indivíduo a óbito e, desse modo, pode incentivar as pessoas a adotarem práticas e hábitos mais saudáveis. O objetivo disso não é assustar quanto à proximidade da morte, mas sim indicar quando alguém com um índice de mortalidade mais alto pode ou não ser frágil demais para uma intervenção cirúrgica. E, assim, recomendar outros métodos e cura ou controle, por exemplo.
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