O governo federal visa alavancar o nível de atividade econômica doméstica a partir da implementação de uma polïtica fiscal pautada na austeridade e em um novo modelo federativo. A agenda está orientada na privatização de empresas estatais, na desindexação, desvinculação e desobrigação de todas as despesas dos entes federativos. É válido ressaltar que trata-se de uma proposta apresentada pelo Poder Executivo, mas a decisão compete ao Congresso (se for em observância ao rito jurídico). A próxima Proposta de Emenda à Constituição PEC depois da Reforma da Previdência será a do Pacto Federativo, que visa promover ganhos de eficiência, desburocratização e o expurgo da guerra fiscal, que tanto afeta negativamente a alocação de recursos no território nacional, ao alimentar o agravo das disparidades socioeconômicas regionais, pelo país afora. Segundo declaração de campanha do superminstro, a despesa com juros da dívida pública também será atacada (essa que por ora, pode ser vista como o pano de fundo do sucesso das instituições financeiras, na economia brasileira). A autoridade da pasta aponta como caminho ações de desinvestir e desmobilizar os ativos públicos. Observamos um empenho na condução de um Estado pautado no tradeoff entre a Responsabilidade Fiscal e as Responsabilidades Sociais, elencadas na Constituição Federal de 1988. A célebre fala de Milton Friedman “ There is no free lunch" endossa o discurso da situação política no sentido de gerenciamento da coisa pública, Estado, como uma empresa. _A próxima proposta de emenda à Constituição (PEC), depois da reforma da Previdência, será a do pacto federativo. É para esse semestre. "Estamos mexendo em tudo ao mesmo tempo. É uma transformação sistêmica", explicou o ministro. Durante a campanha, ele disse que o gasto com juros da dívida seria a segunda grande despesa a ser atacada. Para isso, "vamos desinvestir e desmobilizar ativos públicos", (superministro da economia, Paulo Guedes)._
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