As negociações em torno da nomeação do "03" para embaixada nos EUA continuam. O senado federal, responsável por sabatinar e "aceitar" o novo embaixador tem feito o tradicional jogo com o Planalto, trocando votos por indicações. E, ao que tudo indica, isso tem resultado em nomeações "escolhidas" por senadores em órgãos do Executivo Federal, tal como o CADE. Segundo reportagem anexa, "parlamentares têm relatado dificuldades ao presidente para apoiar a indicação, argumentando desgastes e também que querem ser "ouvidos" pelo Planalto, como no caso de indicações e cargos em órgãos públicos. Para conseguir "amaciar o terreno" em nome do projeto de Eduardo na embaixada, Bolsonaro se dispôs a negociar no caso do Cade. Em maio, Bolsonaro chegou a encaminhar dois nomes para o Cade, os dois indicados pelos ministros da Justiça, Sérgio Moro, e da Economia, Paulo Guedes. Os senadores não gostaram, porque as indicações não foram discutidas com eles. Davi segurou a tramitação, e as sabatinas não foram marcadas. No início de agosto, o presidente retirou as indicações."
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