Particularmente, tendo a não concordar com a postura do novo superintendente do Ibama. Mas, confesso que ainda estou formando minha opinião. Primeiro porque a previsão legal é a destruição de máquinas - e, como, em tese, não há palavras inúteis na lei, o entendimento deveria ser pela obrigatoriedade e não pela faculdade. Todavia, deixo esclarecido que preciso ler o instrumento normativo para aprofundar mais neste ponto. Outra questão é o caráter diretivo da legislação: se não é possível retirar, a destruição/danificação do equipamento serviria como sanção ao ato irregular e ao desmatamento. Mais do que isso, talvez, poderia servir como um desestimulo a esse tipo de prática, visto que aumentaria o prejuízo econômico dos praticantes da atividade. Lado outro, o Estado deve ter o Direito de destruir propriedades privadas de outrem "só" porque não tem meios para retirá-lo?
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