Com universidades em colapso (podemos elencar as públicas diante da atual política de contingenciamento do gasto público e até as privadas, que em grande maioria, deixam a desejar nos aspectos qualitativos) Brasil tem uma das menores taxas de pessoas com ensino superior no mundo, na ordem de 21% de sua população entre 25 e 34 anos possui diploma de educação superior. Segundo dados, o país também tem taxa baixa de conclusão, relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE divulgado nessa terça-feira avaliou dados educacionais de 44 países. Temos a pior taxa dentre os países da América Latina. No outro extremo e bem distante encontra-se a Coreia do Sul, ocupando a primeira posição de destaque, com 70% no mesmo aspecto avaliado. É notório que o investimento em educação de um país, deve orientar-se no curto, médio e longo prazo, e no caso brasileiro, deve -se contemplar todos os estágios de formação, desde creches, berçários, educação infantil até a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias na pós-graduação. Sim, deve haver fomento à pesquisa. Deve haver estratégia. Deve haver igualdade de oportunidades, inclusive para ingresso e permanência. Precisamos de crescimento econômico, precisamos de emprego e, também, precisamos melhoras os indicadores de desenvolvimento econômico e social. Aproveito o ensejo para defender as universidades públicas, que por ora não se encontram em "ilhas ideológicas", como muito divulgam por aí. Inclusive, nossas Instituições estão inseridas diretamente em processos de internacionalização e na oferta e demanda de conhecimento. Há objetividade e crítica. Existe um método. Existe rigor. Existe uma elevada inserção internacional.
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