Tendo em vista que a mensuração do Produto Interno Bruto PIB do Brasil, segundo metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, é a partir do somatório em termos monetários das variáveis agregadas, dos bens e serviços finais, de consumo, de investimento, gasto do governo e exportações líquidas (exportações – importações). O anúncio da melhora do indicador macroeconômico do consumo no varejo, pode apontar um horizonte otimista com relação ao nível de consumo das famílias e empresas brasileiras, o que pode sinalizar uma mudança de tendência no sentido da retomada aumento da produção nacional, se coincidir com a melhora de outros dados. É válido ressaltar que se trata de um único indicador e a análise econômica deve considerar outras infformações, de modo à garantir maior assertividade acerca de eventual retomada do crescimento. O dado em questão, não deve ser analisado isoladamente, pois pode ser reflexo momentâneo da política monetária implementada. Nesse sentido, aguardemos outros indicadores como a expectativa dos agentes econômicos, a taxa de desemprego, taxa de ociosidade na indústria, expectativas de investimentos e dentre outras, de modo a possibilitar uma visão mais sistêmica e integrada da economia. _“Sete das oito atividades pesquisadas cresceram em julho. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+1,3%) —setor de maior peso—, Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+2,2%) e Móveis e eletrodomésticos (+1,6%) exerceram as maiores influências positivas.”_
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