O governo federal segue sua agenda de reformas tendo em vista a superação do déficit fiscal, a começar pela frente da despesa pública com a Reforma da Previdência, em andamento no senado, que por ora segundo analistas políticos pode ser considerada uma vitória da casa legislativa sobre o governo, já que seu texto atual difere da proposta encaminhada ao Congresso Nacional, onde foi alterada e debatida. Se eu fosse o ministro, incluiria nessa pauta o fim da desoneração das grandes empresas (revisaria todas as renúncias fiscais), colocaria em pauta a questão da dívida pública e seu custo ao Estado. Sob a perspectiva da receita orçamentária, o superministro da economia segue mantendo privilégios do empresariado, já que afirma propor a redução de impostos para esse setor. Discute -se também a criação de uma Nova CPMF, o Imposto Sobre Valor Adicionado IVA. E a questão do pacto federativo? O contexto de Guerra fiscal entre as unidades federativas? E a submissão dos entes ao governo federal, que concentra maior parte das receitas tributárias? E a questão da progressividade fiscal? Já que é pra reformar, vamos ao cerne das questões.
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