O Livro dos Espíritos, quando escrito por Allan Kardec, ele afirmou não ser uma fonte sagrada e inquestionável, como a Bíblia e o Alcorão, e poderia ser modificado de acordo com a ciência ou as ideias. O espiritismo está a salvo de qualquer desigualdade, quando Kardec diz que somos espíritos, sendo o corpo uma veste temporária, que pode ser como homem, mulher, branco, negro, amarelo, de qualquer classe social ou país, ou seja, somos todos iguais, sem nenhum tipo de diferenciação. Allan Kardec discutiu a emancipação feminina nos seus escritos, ao dizer que as mulheres deveriam ter acesso ao voto e à educação, podendo se tornarem médicas, por exemplo. No Livro dos Espíritos ele diz que não há diferenças entre os espíritos, e então todos devem gozar dos mesmos direitos. Apesar de todo esse posicionamento, ele se pronunciou de acordo com o contexto do século XIX, pontuando que a mulher devia se ocupar do interior, e o homem do exterior.
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