A implementação da política de controle do gasto público começa a surtir efeitos, haja vista que com orçamento apertado para 2020 e sem sinais de reação da economia, Bolsonaro chega a flertar com mudança no teto, mas volta atrás. Falta de plano para não paralisar a máquina administrativa. Ao que tudo indica, todo o investimento a ser feito na economia brasileira será realizado pela iniciativa privada. Política econômica Keynesiana na administração da nossa economia, nem pensar. O Estado, dada a incapacidade de induzir ao desenvolvimento econômico e social do país, assume como bandeira sucessivas políticas de contingenciamento do gasto público, ou seja, a responsabilidade fiscal como a ordem da vez. O próximo passo é a desregulamentação de mercados, essa que pode ser tão benéfica ao Capitalismo Selvagem. A concorrência, de fato será a protagonista, uma vez que entrar nos mercados e consolidar-se competitivamente é uma realidade disponível a todas as empresas. O capital não é escasso, sua distribuição nos mercados é isonômica e com certeza o capital inicial (as condições iniciais) é o mesmo para todas empresas. __ _Desde 2014, os investimentos do Governo federal vêm sofrendo seguidas quedas. Naquele ano, a União investiu 99 bilhões de reais. Caiu para 50 bilhões de reais em 2019. E o projeto de lei orçamentária anual enviado na última semana ao Congresso Nacional mostra que a previsão é que no próximo ano invista 19 bilhões de reais. Uma queda de 80% em seis anos. Especialistas dizem que há um claro risco do Brasil ser obrigado a paralisar serviços em 2020 numa espécie de colapso, ou shutdown, como ficou conhecida a expressão nos Estados Unidos quando o Congresso não valida o orçamento do Governo._
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