Investimento no Brasil tem alta, mas taxa ainda é uma das menores do mundo. Com taxa de investimento na casa dos 15%, país investiu menos que países como Argentina. Índice atingiu menor nível dos últimos 50 anos após recessão. O resultado do Produto Interno Bruto PIB nacional do segundo trimestre de 2019 (crescimento na ordem de 0,40 %), que corresponde ao somatório das variáveis (consumo, gasto público, investimento, e exportações líquidas) agregadas dos bens e serviços finais, em termos monetários no período surpreendeu analistas, cujas projeções de crescimento estavam em 0,20% mas ainda não pode ser vislumbrado como um horizonte futuro otimista. No que tange à variável investimento, ou seja, que evidencia a capacidade de empresas e governo investirem, podemos exemplificar analisando o indicador da formação bruta de capital fixo, que em 2018, foi 15,8 % do PIB. Foi um resultado cinco pontos percentuais menor que a média alcançada entre 2010 e 2014, período pré-recessão. Esse diagnóstico trágico para a nossa economia endossa o que muitos analistas chamam de um processo de desindustrialização da nossa economia e reforça a nossa condição colonial de um país, cuja economia é primária exportadora, à margem (periferia) do capitalismo pautado nas grandes inovações, aquele que assume protagonismo nos países centrais.
0 comments
0 comments