Será que estamos nos tornando uma população infeliz? Será que tem faltado gols e craques no mundo futebolístico? Será que tem faltado carnaval? Será que tem faltado samba no pé, churrasco e bebida aos finais de semana? Será que as demais felicidades, na moria das vezes apontadas mundo afora e fundamentadas no senso comum ou em preconceitos diversos, definem se estamos ou não felizes? A nossa cultura local, regional, mundial ou geracional tem contribuído para a redução da nossa felicidade? Deixando de lado essas divagações. No Brasil, 61% dos entrevistados consideram-se muito felizes ou felizes – uma queda de 12 pontos percentuais em relação à última edição, feita em 2018, quando o resultado foi de 73%. No mundo, o índice de felicidade também caiu de 70% para 64%. Os brasileiros estão menos felizes neste ano em comparação com o ano passado, segundo uma pesquisa do instituto Ipsos que avaliou a felicidade da população de 28 países. A nível de reflexão, sabendo sobre a subjetividade do tema, espero que essa infelicidade não seja resultado de nossa conjuntura econômica, nacional e internacional, e tão pouco política, diante de eventual falta de representatividade, falta de representarem você brasileira e brasileiro, da nossa política.
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