‘Inseguro' e 'caro', Brasil fica em 61º em ranking de 64 países avaliados por profissionais estrangeiros, apesar de ter sido bem avaliado como amigável pelos profissionais. Sobretudo Por questões de insegurança e alto custo dos serviços como educação e planos de saúde. As perguntas da enquete referem-se à qualidade de vida do expatriados nos países em que habitam (Com suas percepções sobre as opções de lazer, nível de felicidade pessoal, qualidade dos transportes, e de viagem, saúde e bem-estar e segurança no país), a facilidade com que se integram aos países, suas perspectivas profissionais e finanças pessoais ali e sua vida familiar (incluindo custos e qualidade dos serviços de saúde e educação infantil). De antemão, a informação acerca do nível de renda desses profissionais contribuiria para fazermos um recorte sobre o tamanho e o perfil da cesta de consumo desses profissionais (classificando por exemplo em termos mínimos, medianos ou máximo de renda). Se considerarmos o nível de produção da economia do Brasil, dados de 2018, observamos que o país ocupa a 9° posição no ranking mundial, mas essa pujança econômica não se reflete em qualidade de vida e bem-estar. Nesse sentido, o desenvolvimento econômico e social do país deve ser a nossa bandeira. Nossa exigência, enquanto um modelo de economia, orientada para a melhoria da nossa qualidade de vida, socialmente falando, para toda a sociedade. _Por se tratar de uma enquete, e não uma pesquisa estatística, e de ter critérios próprios, o ranking tem resultados que desafiam o senso comum de países "melhores" ou "piores" de se morar - e refletem percepções particulares sobre cada país. Os entrevistados têm em média 44 anos, e 84% deles têm ensino superior. Não há informação sobre seu nível de renda._
0 comments
0 comments