Os indígenas premiados na ONU por produtos que geram renda e mantêm floresta em pé. A atividade - uma das duas iniciativas brasileiras premiadas entre 847 candidaturas de 127 países - se soma a uma crescente lista de empreendimentos reconhecidos internacionalmente com que indígenas brasileiros têm conciliado geração de renda e preservação ambiental. Diante de um cenário no qual a política de preservação ambiental nacional encontra-se em xeque por parte do Estado, é com muito bom grado que leio essa notícia, haja vista que apesar de não estarmos nos referindo a uma economia de subesgotá-los, já que há geração de renda local, seus pilares são a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais, de modo a não eesgotá-los. O capitalismo, como nunca antes, enquanto modo de produção, parece estar se adequando à premissa básica de toda economia, ou seja, a escassez e a finitude dos recursos, principalmente os naturais. _ A outra entidade brasileira premiada foi o Conselho Indígena de Roraima (CIR). Segundo o Pnud, o grupo "garantiu os direitos de 55 mil indígenas sobre 1,7 milhão de hectares de terras ao promover a resiliência ecológica e social por meio da conservação de variedades de espécies tradicionais"._
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