A edição de genes altera permanentemente o DNA, o "código da vida" de um organismo. O método Crispr ainda é relativamente novo. Por meio dele, cientistas podem cortar um pedaço do DNA e inserir outro, em um ponto específico. A tentativa foi um sucesso em alguns aspectos, apesar de não ser ainda uma cura definitiva para o HIV - mas a China está avançando rapidamente nesse tipo de pesquisa e pode chegar a tratamentos viáveis antes que outros países, como os Estados Unidos, segundo a pesquisadora.
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