O segmento das tabacarias agrega 194 microempreendedores Individuais (MEIs) em todo o estado, de acordo com o Sebrae; 11 deles em Salvador. Além disso, na Junta Comercial (Juceb) estão registradas 57 tabacarias, 18 delas na capital. Boa parte desses empreendimentos se encaixa no modelo das headshops – locais onde se pode comprar, além de isqueiros, cigarros, charutos, fumo para cachimbo e cigarrilhas, também sedas de qualidades diversas, narguilés, dichavadores, vaporizadores, bongs, essências e até objetos decorativos. E mais: a lei permite fumar dentro de uma tabacaria, o que funciona como atrativo para o consumidor. Em alguns países, as headshops – cuja origem remonta aos anos 60 no auge da psicodelia – são locais onde também se vendem sementes e fumo de cannabis, a popular maconha. Mas aqui no Brasil, em razão da proibição do uso e comercialização da substância, esses empreendimentos focam em todo tipo de acessórios e fumos legais. Tudo aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). São espaços de convivência para fumar um charuto ou narguilé e beber algo.
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