As startups já mudaram diversos setores em terras brasileiras — dos serviços financeiros até a maneira de entregar encomendas ou de achar uma academia, por exemplo. O próximo alvo é o seu sorriso e a jornada incômoda para deixá-los perfeitos. Negócios como Smilink e SouSmile têm como missão popularizar um modelo de aparelho ainda pouco usado no Brasil: alinhadores dentários transparentes. Para isso, essas empresas estão usando a tecnologia para cortar intermediários e investir em produção local, lojas físicas e comunicação virtual constante. O maior desafio é o mesmo das outras quase 400 startups nacionais mapeadas no setor de saúde: convencer brasileiros a apostarem em novas tecnologias em um mercado apegado ao tradicional.
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