Os fatos que mostram que a Bolsa americana pode estar perto do teto: executivos de empresas de capital aberto estão vendendo suas ações, Warren Buffett está acumulando caixa. Será o início do bear market? Diante de todo cenário apreensivo de guerra comercial entre Washington e Pequim, os investidores acompanham o fluxo de capital entre as principais praças financeiras do globo terrestre, que usam dentre vários instrumentais disponíveis, as informações dos mercados, de modo a subsidiar a tomada de decisão de compra e venda de ativos. Por exemplo, segundo publicação da InfoMoney, foram relacionados os seguintes pontos indicativos quanto à Bolsa americana, a começar pela alteração da posição de investimento de vários gestores de carteiras, vistos pelo mercado como de referências, a situação de acúmulo de carteira por Warren Buffet. Seguem acompanhando também os dados relativos à medida dos indicadores que medem o valor total das empresas de capital aberto como porcentagem do Produto Interno Bruto PIB da economia americana, percentuais que já se aproximam daqueles observados no cenário anterior à crise de 2008. É válido ressaltar que esse pessimismo relaciona-se à efetivação das ondas de tarifação sobre, inclusive, bens de consumo chineses, o que alimenta uma expectativa recessiva para a economia americana. Em contrapartida, existem os especuladores de curtíssimo prazo, que vislumbram possibilidades de ganhos nesse cenário, inclusive com o respaldo do Federal Reserve FED, ao afirmar que apesar da desaceleração global, não prevê nem espera uma recessão econômica, o que coloca uma interrogação, inclusive, quanto à política monetária a ser implementada.
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