Se usar com planejamento e cuidado, aquele que costuma bancar o vilão, também pode ser usado a favor das finanças pessoais. O empréstimo. Deve-se ter em mente que tomar um empréstimo não é recomendado, mas pode ser necessário. Nesse sentido, pode ser vantajoso na captação de recursos para investir no seu próprio negócio ou atividade profissional, para financiar educação, para solucionar dívidas (visando reduzir os custos envolvidos), para fugir dos juros com um crédito mais barato ou no financiamento de bens, como imóveis. De fato, a poupança não é um hábito cultural do brasileiro, como acontece no Japão, por exemplo, que inclusive possui uma taxa de juros negativa (NEGATIVA), o que tende a caracterizar um aporte inicial maior que o resgate, em um determinado período. É válido ressaltar que na atual conjuntura econômica brasileira, cuja taxa Selic (é a taxa referencial da nossa economia, que já foi superior aos 14%) está na ordem de 6 % a. a, em uma trajetória descendente, que por ora tem sido determinante para um rearranjo das carteiras de investimentos da economia brasileira, em busca de ativos com maior rentabilidade.
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