Pelo visto o mês de setembro e o restante do ano prometem, como se não bastassem os eventos aguardados (e em andamento), surgem as surpresas. A bolsa paulista fechou esta segunda-feira com o Ibovespa em queda, na esteira de números mais fracos de atividade na China e aumento da tensão geopolítica em razão de ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, mas com a alta das ações da Petrobras atenuando o viés negativo. Os dados referentes à economia chinesa corroboram para a desaceleração do nível de produção da economia mundial, já que a produção industrial da China apresenta-se em seu menor patamar em 17 anos (4,4 % em ritmo anual em agosto). No que tange os ataques na Arabia Saudita, a expectativa dos investidores ( e de todos nós) está voltada para os impactos sobre o volume e o preço do petróleo, que chegam nos mercados na velocidade da luz, principalmente ao se tratar de um produto do cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPEP.
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