Dezoito empreendedores venderão suas delícias no festival, como o Favela Orgânica, do Morro da Babilônia, que cria pratos com aproveitamento integral dos alimentos, e fornecerá croquetes de coração da banana, nos dias 5 e 6 de outubro. _— A ideia surgiu quando, na edição de 2017, um tiroteio aconteceu na Rocinha, e a gente precisou discutir como o público chegaria ao evento. Então, percebemos que deveríamos colocar luz nas coisas boas das comunidades, que têm muitos talentos e famílias que abastecem a cidade — explicou a empresária Roberta Medina._ Os negócios foram escolhidos pelo Sebrae e receberam capacitação. Em alguns casos, por causa da necessidade do preparo rápido ou contratos de exclusividade do evento com marcas maiores para a venda de certos alimentos, os empreendedores tiveram que criar receitas novas. _— Um grande evento é um mercado novo para muitos desses empreendedores. Fizemos um trabalho de adequação às normas de vigilância para este porte e de consultoria para garantir a qualidade — contou a analista do Sebrae Suzana Mattos._
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